sábado, 6 de agosto de 2011

Saco do Mamanguá

O nome é esquisito, mas o lugar...tinha até tartaruga-marinha dando as boas-vindas na chegada. Como era veloz (na água, as tartarugas são tão espertas!), a foto não saiu nítida. Que tal a cor da água?
O Saco do Mamanguá é um berçário marinho, local de reprodução, desenvolvimento, refúgio e fonte de nutrientes para diversas espécies, localizado no único fiorde brasileiro - naturalmente, com suas características tropicais. Fica entre a APA do Cairuçú e a Reserva Ecológica da Juatinga. É também uma área de pesca artesanal, que abriga comunidades caiçaras tradicionais. A Área Marinha de Proteção Ambiental do Saco do Mamanguá foi criada em 1983.



quinta-feira, 4 de agosto de 2011

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Há semelhança entre a nega baiana que sabe mexer e a little darling jamaicana que, sure, can stir it up? Daria o vatapá água na boca como a recipe so tasty de quem sabe stir the pot? E vice-versa? Bahia e Jamaica não poupam pimenta. E as neguinhas, por favor, sabem o segredo do ponto. Então não para de mexer, que é pra não embolar, nega; vai um bocadinho mais... So stir it up, little darling, come on, keep it in...

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Passarinha

Foi-se, então
Ceifou-a, a foice
Vai-se a casca, com as cinzas
Fica a voz, com cicatrizes
Amy-a ou deixe-a
Que ela já não se queixa

quarta-feira, 27 de julho de 2011

segunda-feira, 18 de julho de 2011

CHAPADÃO - Tom Jobim

Vou fazer a minha casa
No alto do chapadão
Vou levar o meu piano
Que ficou no Canecão

Vou fazer a minha casa
No alto do Chapadão
Vou levar Don'Aninha
Pra me dar inspiração

Vou fazer a minha casa
No alto de uma quimera
Vou criar um mundo novo
Vou criar nova megera

Vou fazer a minha casa
Com largura e comprimento
E peço ao Paulo uma sala
Pra botar Aninha dentro

Vou botar minha biruta
No taquaruçu de espinho
Vou fazer cama macia
Pra te amar devarinho

Seremos dois belezudos
Neste mundo de feiosos
As noites serão tranquilas
E os dias tão radiosos

Quero a minha casa feita
Com régua prumo e esmero
Quero tudo bem traçado
Quero tudo como eu quero

Quero tudo bem medido
De largura e comprimento
Não quero que minha casa
Me traga aborrecimento

Vou fazer a minha casa
Do alto de uma canção
E agradecer a Deus Pai
A sobrante inspiração

Sob a axila do Cristo
Neste sovaco cristão
Vou fazer a minha casa
No alto do Chapadão

E vou dar festa bonita
Com bebida e com garçom
E ao Lufa que foi amigo
Dou champagne com bombom

Vou fazer a minha casa
No centro do ribeirão
Quero muita água limpa
Pra lavar meu coração

Minha casa não terá
Nem sábado e nem domingo
Todo dia é dia santo
Todo dia é dia lindo

E dentro da minha casa
Nunca vai juntar poeira
Pelo meio dela passa
Uma enorme cachoeira

Quero água com fartura
Quero todo o riachão
Quero que no meu banheiro
Passe inteiro o ribeirão

Quero a casa em lugar alto
Ventilado e soalheiro
Quero da minha varanda
Contemplar o mundo inteiro